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Prefeito é ameaçado de morte por parar comércio e transporte por 10 dias

Depois de 44 dias registrando mortes pela Covid, no dia 26 de março, o município de Araraquara, no interior de São Paulo, pode comemorar. Ninguém morreu. Tudo por causa das medidas mais rígidas decretadas pelo prefeito Edinho Silva (PT): lockdown total de dez dias, para o comércio e o transporte público. Tudo parou.

Ação que foi laureada por muitos, foi repudiada por outros. O prefeito chegou a ser ameaçado de morte pelas redes sociais. Segundo relatou do prefeito ao Brasil de Fato, um homem postou em rede social que: “Aqui tem coragem, mas queria só um round com ele (Edinho Silva) primeiro. Depois ia esfaquear de baixo pra cima”. Outro ‘facefriend’ chegou a comentar se “alguém sabia onde o prefeito morava”.

Na última quarta (31), o prefeito publicou outro decreto, ainda mais severo, que inclui os postos de gasolina na lista de atividades que não podem funcionar durante o feriado da Páscoa. A princípio, o isolamento rígido na cidade vai ser mantido até 4 de abril.

Apesar das ameaças, Edinho afirma, aliviado, que a resistência dos araraquarense diminui após os resultados positivos das medidas adotadas pela Prefeitura.

Até o dia 1º, Araraquara tinha 332 óbitos e um total de 17.421 contaminados, desde o início da pandemia.

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